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O Nutricionista no Hospital

Seja no ambiente hospitalar ou domiciliar, o nutricionista tem papel fundamental na recuperação de pacientes em diversas situações de saúde.

[Série Dia do Nutricionista] O nutricionista é um profissional essencial para o tratamento de pessoas hospitalizadas. Ele é responsável por garantir o aporte de nutrientes necessários para a recuperação do estado nutricional do paciente, evitando problemas como fraqueza, dificuldade de cicatrização, diminuição das funções dos órgãos e maior risco de infecção.

Segundo a presidente do Departamento de Nutrição da Sociedade de Terapia Intensiva Paranaense, Sandra Justino, cada vez mais tem-se identificado que a negligência com a terapia nutricional pode ser causa independente de mortalidade: “Estamos na era em que a indicação correta de nutrientes específicos – como glutamina e arginina –, os controles do balanço energético e da glicemia fazem toda diferença na recuperação do paciente, reduzindo morbidade e mortalidade dessas pessoas”.

Por isso, o nutricionista vêm tendo seu trabalho valorizado nas instituições de saúde e os hospitais têm se mostrado um importante campo de trabalho. A atividade hospitalar requer a integração entre os profissionais da saúde, destacando-se os adeptos ao trabalho em equipe e multidisciplinar.  Além disso, segundo especialistas, para o nutricionista é indispensável um bom faro de pesquisador: “Para conduzir a terapia nutricional é preciso estar muito atento aos resultados de cada paciente. Dedicação e entusiasmo são indispensáveis”, avalia Sandra Justino.

Se por um lado o nutricionista tem sido valorizado dentro do hospital, por outro a assistência a pacientes em internação domiciliar também tem se mostrado um setor em expansão. Nesse contexto, os hospitais estão cada vez mais focando seu atendimento em cuidados específicos e intensivos em UTI’s ou CTI’s. Essa tendência não deve deixar de fora os profissionais de Nutrição hospitalar: “Daqui pra frente o nutricionista hospitalar deverá ser cada vez mais especialista, principalmente em casos graves”, analisa Cristina Martins, criadora do Instituto Cristina Martins de Educação Nutricional.

 

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